sábado, 20 de agosto de 2011

Recomendação de Álbum - Pet Shop Boys - Actually/1987



Um dos melhores álbuns do Pet Shop Boys sem sombra de dúvidas.

Lançado em 1987, traz dois dos maiores sucessos da carreira dessa brilhante dupla britânica de Pop Eletrônico - What Have I Done To Deserve This (com a participação da cantora Dusty Springfield) e o mega sucesso - It's A Sin. Só que o álbum é recheado de outras canções muito boas, como - Shopping, RentHeart.

Ele figura na lista prestigiada dos 1001 Discos que Você Precisa Ouvir Antes de Morrer.

Pet Shop Boys é sempre uma boa pedida, independente de época. Sim, o grupo e o álbum são sempre atuais!

Informações

Nome -  Actually
Artista -  Pet Shop Boys - (Neil Tennant e Cris Lowe)
Lançamento - 07 de setembro de 1987
Gênero - Pop Eletrônico
Duração -  48:14
Gravadora - Label EMI Manhattan (US/Canada), Parlophone

Faixas - Original

1. One More Chance (Neil Tennant, Chris Lowe, Bobby Orlando) – 5:30
2. What Have I Done to Deserve This? (with Dusty Springfield) (Lowe, Tennant, Allee Willis) – 4:18
3. Shopping" (Tennant, Lowe) – 3:37
4. Rent (Tennant, Lowe) – 5:08
5. Hit Music (Tennant, Lowe) – 4:44
6. It Couldn't Happen Here (Tennant, Ennio Morricone, Lowe) – 5:20
7. It's a Sin (Tennant, Lowe) – 4:59
8. I Want to Wake Up (Tennant, Lowe) – 5:08
9. Heart (Tennant, Lowe) – 3:58
10. King's Cross (Tennant, Lowe) – 5:10

Recepção

A Q Magazine elegeu Actually como o #22 na lista dos 40 melhores álbuns dos anos '80.

Crítica profissional

Allmusic - 4 estrelas e meia
Robert Christgau - A-

Algumas faixas do álbum 







terça-feira, 16 de agosto de 2011

E a segunda temporada de Sherlock/BBC?


Todos os fãs da série Sherlock/BBC estão ansiosos pela segunda temporada. Quem assistiu ano passado, soube do retorno para o outono de 2011 (o que para nós significa outubro).

E, próximo desse ‘outono de 2011’, as gravações foram iniciadas. Até mesmo fotos foram colocadas na internet para nosso deleite.

Os nomes dos três episódios (sim, novamente, apenas três...) são:

1. A Scandal in Belgravia – Um Escândalo em Belgravia
(referência – conto Um Escândalo na Boêmia – livro As Aventuras de Sherlock Holmes);

2. The Hound of the Baskervilles – O Cão dos Baskervilles
(referência - livro O Cão dos Baskervilles);

3. The Final Problem – O Problema Final
(referência – conto O Problema Final – livro As Memórias de Sherlock Holmes).

Nos será apresentada Irene Adler, intepretada pela atriz Lara Pulver.

Claro, teremos Benedict Cumberbatch, como nosso querido Sherlock, Martin Freeman, como Dr. Watson e (apesar do mistério dos produtores) Andrew Scott, como Moriarty.
jj
Só que, recentemente, segundo meus informantes da Scotland Yard, a nossa querida série voltará somente em 2012 – Que balde de água fria!

O blog SNAIL TRAIL trouxe-nos uma matéria com o produtor da série, Mark Gatiss, confirmando que as gravações terminarão em uma semana e meia e que a série retornará no início de 2012.
j
Então, sherlockianos BBC, é isso - 2012 mesmo! E, até lá, vamos assistindo a primeira temporada pela zilhonésima vez.

Para você ficar por dentro das novidades da segunda temporada de Sherlock/BBC, o CQ&Sherlock recomenda:

Blog Snail Trail – Tudo sobre Sherlock/BBC!
Comunidade do orkut Sherlock Holmes Série 
Postagem do CQ&Sherlock - Sherlock/BBC
Postagem do CQ&Sherlock - Benedict Cumberbatch

domingo, 14 de agosto de 2011

Sad Sunday...

Domingos, domingos tão solitários.

Dia dos pais, outrora feliz, agora tão triste e melancólico.

E, na noite anterior, a balada foi tão enfadonha que poderia chamá-la de ‘pequena catástrofe’ – sem graça, sem música boa e, principalmente, sem pessoas interessantes.

Os pensamentos começaram a movimentar-se em um turbilhão – família em crise, antigos amores, coração partido e a vida em pensionato, com tantas pessoas diferentes, que eu penso que o George Orwell sentiu-se assim também... Lá Na Pior em Paris e Londres.

Só que estou no OUTONO DA ALMA. E esses problemas precisam ser analisados por outro ângulo – pensamentos menos destrutivos e mais controle emocional.

Dessa balada que prometia tanto, sobrou um registro, uma fotografia... De uma pessoa que anda sentindo-se uma ‘estranha no ninho’, porém que precisa continuar a caminhar, levando consigo não somente o lado ruim das experiências, como também o aprendizado.

Em alguma hora, a roda gigante estará no topo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Chocolate & Pimenta - Amor & Sexo


Sabor excêntrico, alguns dizem. Outros - Por favor, isso não combina!. O medo de experimentar o novo, fora do ‘tradicionalismo’, conduz à privação de um mundo cheio de possibilidades mais interessantes.

E o que seria esse gostinho de chocolate & pimenta? Talvez, a primeira vista, possa parecer assustador - uma combinação impensável. Contudo o primeiro pedaço (e fica melhor ainda se for sorvete) leva a uma experiência única e expressá-la é uma árdua tarefa, pois todas as palavras existentes não são capazes de descrever tal sensação com a precisão devida.  

E assim atrevo-me a dizer que amor & sexo devem ter esse gostinho – doce, picante, interessante, amável, audacioso e equilibrado.

Sim, os romances ainda podem ser ‘docinhos’, porém açúcar demais causa diabetes certeira e ninguém quer ficar doente de amor. E sexo, somente sexo... Muita pimenta e, tão logo, tem-se uma baita dor de estômago.

Antigamente, o amor nascia devagarzinho, preguiçoso que só ele. O sexo vinha depois, com a intenção bíblica - Crescei e multiplicai-vos! Agora, o sexo surge rápido, quase um fast-food, e o amor tornou-se refém do microondas – prático e instantâneo.

Amor, amor, amor, sexo, sexo, sexo... E, nesse mundo de sabores, a combinação mais interessante demonstra que uma união ousada pode tornar a vida muito mais divertida  – Together stand, divided we fall – Pink Floyd bem sabia, talvez, porque gostasse de baldes e baldes com chocolate & pimenta.

domingo, 7 de agosto de 2011

Outono da alma



E muito tempo se passou e o inverno da alma fez-se presente - tons de cinza espalharam-se. Porém, eis que chega o outono – é tempo de renovação!
koiu
Longe, longe de tudo. E parece que eu estive dentro de um furacão. Minha mente tornou-se minha própria inimiga, cheia de truques e de medo.

Os ventos da verdade atacaram ferozmente o meu frágil castelo de areia.

Parei. Momento de refletir.

Vi um amor escapar-me pelos dedos. Culpa minha? Não. Porque ele era unilateral – de um lado, um sentimento cultivado delicadamente, com canções da madrugada, cravejado com gotas de orvalho – fantasioso – do outro, apenas o desejo, um dia, talvez, dois, no máximo. Sem tempo, sem classificação e sem afeto. Processo lento e doloroso esse da ‘cura’. Sonho uma vez ou outra com a própria imagem que criei e meu coração sente um grande vazio. Eu sei que fiz tudo o que podia.

Ainda preciso perdoar, aceitar e seguir. Semestre complicado, cheio de desencontros, encontros, decepções, avaliações, reavaliações e mais e mais pessoas.

Tento reaver minha inspiração. Outrora ela estava embriagada de felicidade e ilusão. A luz dourada de uma vida que não pertencia-me, cegou-me. E essas débeis linhas, talvez, mostrem o primeiro passo de uma recuperação gradativa.

Eu renasci semana passada. Estive no inferno criado por minha própria imaginação. Tracei uma vida miserável, cheia de pesar, dor e sofrimento. E bastou-me saber apenas a verdade – e o mundo ganhou algumas cores mais alegres. E, ao sair daquela sala, senti o ar mais leve e esta cidade, pela primeira vez, tornou-se viva – sem estereótipos de riqueza e pobreza.

E as folhas secas caem suavemente, tingindo a terra de marrom e amarelo.

Eu só preciso de café vespertino e um vinho noturno.

Hora de rever a solidão. Ela pode não ser algo tão sufocante e melancólico.
iu
Preciso reconstruir-me. E, nesse processo, o mais triste é a saudade dos momentos que vivi somente em meu mundo paralelo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Crítica da semana: Orgulho & Preconceito (Pride & Prejudice)/2005

Ah, Mr. Darcy!

Muitas adaptações já foram feitas para esse que é considerado o segundo livro mais importante para os ingleses (o primeiro é a obra de J.J. Tolkien - O Senhor dos Anéis). Posso dar-me ao luxo de falar que vi as duas principais adaptações: a minissérie da BBC, de 1995 (com o Colin Firth, perfeito e magnífico/breve crítica também), e esta que é de 2005, do diretor Joe Wright.

Não quero ter aqui uma crítica padrão, afinal, este é um dos meus filmes favoritos (e que ontem vi pela zilhonésima vez, como se fosse a primeira). Então, eu não serei econômica em palavras e elogios.

Orgulho & Preconceito (Reino Unido/2005) traz a história dos Bennets - uma família de poucas posses, quase ruralista, composta pelo Sr. e Sra. Bennet (Donald Suntherland/Brenda Blethyn) e suas 5 filhas - Elizabeth "Lizzy" (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Mary (Talulah Riley), Lydia (Jena Malone) e Catherine (Kitty) (Carey Mulligan) Bennet. A mãe está às voltas com a missão de casar as moças com bons partidos, uma vez que a futura morte do patriarca deixará a família na miséria. Com a chegada de Mr. Bingley (Simon Woods) e Mr. Darcy (Matthew MacFadyen) à região, as esperanças da matriarca renovam-se.

A fotografia do filme é estupenda, com tons de pastel, umas cores suaves e locações românticas. Por ser de época, muitas pessoas podem imaginá-lo cansativo. Nada disso! A narrativa é vigorosa e ritmada. Há elementos cômicos e a história dos personagens é construída ao longo do filme. Aqui destaco o ótimo papel da Sra. Bennet, interpretado pela inglesa Brenda Blethyn e o de Rosamund Pike, como Jane Bennet.

Keira Knightley está bem no papel de Lizzy Bennet. Apesar das críticas não muito positivas (os fãs de Jane Austen são rigorosos.), ela agrada pela simpatia e seu jeito élfico. Claro que poderíamos tê-la mais energética e menos bobinha, contudo sua interpretação é bem agradável.

Matthew MacFadyen... Oh, o que dizer? Perfeito, magnífico, louvável, elegante... Ora, Mr. Darcy encarnado! Isso já é suficiente. Porém, tratando-se do meu personagem favorito, nunca é demais falar mais um pouco.

Muitos acham que o papel desempenhado por Colin Firth, na adaptação de 1995, é definitivo. E realmente (apesar do meu imenso apreço e admiração pelo de MacFadyen) isso é fato. Só que, ouso dizer, temos, agora, duas interpretações definitivas. Matthew deu a este Darcy um ar mais frágil, doce e sensível. Não tocarei no assunto beleza - tanto Firth como MacFadyen são duas beldades dignas de esculturas gregas.

Orgulho & Preconceito é um desses filmes obrigatórios, vivazes, românticos e deliciosos. Uma película capaz de nos fazer suspirar por semanas e com o homem mais fascinante do mundo. É como os ingleses dizem: Darcylicius.


Trailer legendado - Orgulho & Preconceito (Pride & Prejudice)



Caro leitor (a), se você gostou dessa postagem, poderá se interessar também por estas no CQ&Sherlock:

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Michael Fassbender


Magneto, magnífico, centurião - guerreiro teuto-irlandês - bonito, charmoso, ótimo ator, Carl Jung, Quentin Tarantino, breve oscar - eu espero!

domingo, 3 de julho de 2011

Musa - Sharon Tate


"Sharon Tate, musa, um raio de sol - de beleza docemente sensual e inocente - Roman Polanski bem sabia. Como um cometa esfuziante, foi-se - de uma maneira trágica, perversa e dolorosa. Sempre será uma das minhas atrizes favoritas, a eterna doll do tão realista e triste O Vale das Bonecas. Uma estrela que brilha em um céu fulgurante. E se a Mitologia ainda reinasse soberana, ela, com certeza, seria uma constelação."

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Canção do amor desacreditado



Era tempo!

As esperanças voltaram?!

Quando vislumbrei o manto prata que a lua - inspirada pela alma de Gaia - teceu gentilmente para o mar,

A razão fez-se presente,

Qual o sentido de um amor desacreditado por aquele que deveria acolhê-lo?

Não há! Por isso é amor.

Se Camões fosse matemático, não teríamos Os Lusíadas.

Guardei-te, então, em uma caixa de diamante.

Tu és utopia - a figura de um passado de extâse!

Agora tenho-te longe...

Saudades de ti, que nunca foi meu.

Um dia, talvez, ei de acariciar-te novamente a face,

Sem que, no dia seguinte, sobre apenas a incerteza

Em um horizonte de tristeza infinita.

sábado, 11 de junho de 2011

Tenra angústia


Águas silenciosas...
Sinfonia triste...
Um olhar perdido,
Que procura a explicação de tanto pesar.
Ali sentei-me e contemplei a sordidez humana - a maldade, a inveja, a ganância, as palavras duras, o abandono, o talvez, o tempo que nunca há de vir...
Em uma prece, peço misericórdia.
Em um desejo, a sanidade.
Em desespero, a tranqüilidade.
Muitos prometeram e foram-se.
Porém você... Há um certo tempo... Habita-me...
Causa-me lágrimas, desilusão, angústia...
Explique-se,
Faça-se entender,
Liberte-me.
Ou morrerei... Lentamente, em silêncio e devagar.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Nota - What we've got here is (a) failure to communicate...


Bem... Cá estou... Um torrão de açúcar... A refletir sobre minhas ações.

Uma falha de comunicação levou-me a cometer uma injustiça. Faltou-me praticar o ato humano mais sensato - o diálogo (e tanto que escutei o The Division Bell do Pink Floyd e que fala justamente sobre diálogo e falta de comunicação...).


Estou aprendendo... E preciso aprender muito mais ainda . Pago por minha impulsividade e pessimismo.

Agora sinto-me leve. É como estar em um campo verde, onde dentes-de-leão voam, voam.

Desculpe-me. Desculpe-me... Eu sinto tanto.

As pessoas que mais gostamos, por vezes, são as que mais padecem com nossos defeitos. E das mesmas recebemos as lições sobre nossos erros.

"Guardei-te em uma caixinha de ouro. E, por certo período, afastei-a de mim. Agora ponho-te em minha estante... Perto dos meus mais secretos desejos."

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Resposta aos leitores (as)

O CQ&Sherlock inaugura mais uma sessão - Resposta ao leitores (as).

Funciona assim - você, querido leitor (a) - que tiver alguma pergunta sobre as postagens, sobre o conteúdo, sobre os livros mencionados, discos, bandas, ou mesmo com o intuito de começar um debate, deixe sua pergunta na parte dos Palpites (cometários das postagens) ou no Mural Recados Cafeinados (do lado)!

Começando:

Paulo Victor, estudante de Psicologia, Manaus - Amazonas - Brasil

"[...] Achei interessante você comparar Patrick Jane aos seus detetives preferidos (Holmes, Poirot, Marlowe), embora tenha uma pergunta em relação a isso: você não acha que ele pode ser comparado ao Dupan (Poe) e a Miss Marple (Christie)? Acho fantástico o modo como Jane monta um teatro para conseguir a confissão dos assassinos (muito parecido com Miss Marple) e as suas deduções me lembram muito as de Dupan (A Carta Roubada é um texto fantástico, você já leu? Recomendo.). Bom, não vou me estender muito. Espero uma resposta sua. (18 de abril de 2011)
 (Pergunta originalmente feita nos Palpites [comentários] da postagem Patrick Jane e eu...)
Olá, Paulo Victor!

Jane é fantástico! Ele, como eu disse, é uma mistura dos meus detetives favoritos. E, sim, também tem um pouco de Auguste Dupin (Edgar Alan Poe), afinal, Poe lança o modelo de detetive que teria, alguns anos depois, a encarnação perfeita e lendária em Sherlock Holmes. Então, com o jeito parisiense, a elegância e as fortes influências, temos aí muitas das caracaterísticas de Patrick Jane, acrescentando, claro, a astúcia, inteligência e a percepção cabível a todos os outros detetives citados (com exceção de Marlowe, que viria a ser o 'detetive comum', pago por hora e desprovido de genialidade). Quanto a Miss Marple, sua comparação é perfeita - temos todo o 'circo' montado para (já devidamente descoberto o realizador do crime) tornar pública a confissão. Porém tanto Miss Marple quanto Hércule Poirot tem essa característica mais acentuada (ou seja, os personagens de Christie). Como em Assassinato No Campo de Golfe e O Expresso do Oriente (com Poirot).

Tenho aqui o livro Antologia de Contos Extraordinários do Poe. Ontem, acompanhada de uma xícara de café bem quente, reli A Carta Roubada - estupendo!

Aproveito o ensejo para indicar o livro:

Antologia de Contos Extraodinários
Editora: Bestbolso
Autor: EDGAR ALLAN POE
ISBN: 9788577992188
Ano: 2010
Edição: 1
Número de páginas: 280

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Confessionário & prece

Hoje olhei-me no espelho e vi alguém que não reconheci – a cor foi-se, o brilho e a vivacidade. Sinto dores, não tenho mais fome, emagreci muito e a hipocondria segue-me - minha saúde está em frangalhos.

Se eu falasse que no momento não sinto vontade de virar ‘um feixe luminoso de luz’, estaria mentindo - fruto da minha total desesperança.

É, óbvio, que quando o silêncio adentrar em meus ouvidos e a madrugada abraçar-me, colocarei Michael Nyman para tocar e chorarei compulsivamente por todo o sofrimento que consome minha vida.

Amo, expresso-me, peço, imploro. Recebo a indiferença, o talvez, a falta de tempo. Meu coração não suporta mais a distância, a desaprovação.
E iconoclastas aproximam-se. Sem tardar, golpeiam-me certeira e precisamente. Deixam-me em milhares de pedaços e com a culpa por ter recebido tal punição – não é permitido-me chorar, sofrer, cair em tristeza. É feio, muito feio – você não tem esse direito – VOCÊ NÃO TEM! (assim repetem-me incansavelmente...)

Inferno, purgatório, tártaro. Minha alma queima por algum crime que desconheço.

Estou presa. Não posso pedir abrigo para proteger-me dessa tempestade que aflige-me.

A solidão é um dos males mais cruéis – mostra-me um mundo cheio de lágrimas e o rosto da exclusão.

Taciturno sótão.

Talvez seja um dos meus dias mais tristes. E nem ao menos tenho o direito de ter minha melancolia sem sentir-me culpada ou envergonhada pela mesma.

Deus, por favor, que eu apenas sobreviva.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Recomendação musical - Pet Shop Boys - O duo que amo!

Ah, que ultimamente eu tenho escutado muito Pet Shop Boys.

Formada no início dos anos 80, por Neil Francis Tennant e Christopher Sean Lowe, a dupla é considerada como uma das maiores no gênero da música pop eletrônica - com letras inteligentes e arranjos espetaculares. Reformulou clássicos como Always On My Mind e Go West.

Minhas favoritas

1. Domino Dancing (vídeo aqui)
2. It's A Sin (vídeo aqui)
3. Always On My Mind (vídeo aqui)
4. Go West (vídeo aqui)
5. Love Etc.(vídeo aqui)
6. New York City Boys (vídeo aqui)
7. Paninaro (vídeo aqui)
8. What Have I Done To Deserve This? (vídeo aqui)


O álbum que tenho escutado

Pet Shop Boys Party
Som Livre
2009









Então, mova o sofá da sala e coloque Pet Shop Boys no volume máximo! E 4ever anos 80!

Pet Shop Boys - Tour Discovery Live In Rio '95



sábado, 23 de abril de 2011

Audiopost - Momento Mario Quintana - Poema I (A Rua dos Cataventos/1940)





Momento Mario Quintana
Audiopost com trecho do livro Poesia Completa Volume Único da Editora Nova Fronteira, ano de 2005, ISBN 978-85-209-2057-2. 

A Rua dos Cataventos - 1940
Poema I, página 85
Voz: T.S. Frank